D. Pedro V

Tenho estado a ler a biografia de D. Pedro V, escrita por Maria Filomena Mónica e publicada recentemente pelo Círculo de Leitores. Impressiona a vontada férrea deste jovem monarca em mudar o país que o viu nasceu, contrariada, durante todos os seus dias, por políticos incompetentes, corruptos e/ou preguiçosos. Morto com 24 anos, deixou-nos um retrato duramente realista do seu tempo. Para mal dos nossos pecados, o Portugal de meados do terceiro quartel do século XIX continua muito parecido com o nosso - salvas algumas diferenças, como é óbvio.

2 comentários:

A.Aleixo disse...

É muito verdade.
Morrem cedo os que os deuses amam, li esta frase e concordo.
Um alentejano em Lisboa.

Joaquim Saial disse...

Sim, não há dúvida de que era "Um Rei". A este propósito, e para que se aquilate melhor do seu rigor moral e governativo, veja-se o significatiovo texto de Francisco Fortunato Alberto Queirós - "D. Pedro V e o 'Livro de registo dos papéis de serviço que tenho a examinar'" - Revista Callipole, n.º 12 (2004), p. 61